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FRUTO DO ESPÍRITO (últimas considerações)
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Durante alguns meses nos detivemos em observar uma vida dirigida pelo Espírito Santo,
através do fruto que essa vida produz, e na maneira como a manifestação das características
espirituais se desenvolve nos relacionamentos familiares. Hoje estaremos fazendo
um resumo de tudo o que até aqui abordamos, trazendo à lembrança coisas que talvez
já havíamos esquecido.
Muitos desafios pessoais ameaçam a nossa capacidade de manter diariamente uma atitude
positiva, sendo portanto necessário que tomemos a cada dia a escolha do que devemos
fazer, que tipo de vida desejamos viver, pois desde o momento em nos levantamos
até o momento em que vamos dormir estaremos expostos às exigências desse dia, que
freqüentemente trará obstáculos para uma vida cheia do Espírito. Por isso sabemos
que as escolhas das atitudes que tomamos no início do dia afetarão o dia todo. Nossa
atitude fará toda a diferença.
É agora que preciso fazer uma escolha. Graças a Deus que pela sua maravilhosa graça,
sou livre para escolher.
E assim, escolho.
Escolho o Amor.
Serei apesar da ação e reação do meu cônjuge ou de qualquer outro componente da
minha família: paciente, humilde, cortês, altruísta, de bom gênio, sem astúcia,
sincero. Nada justifica o ódio, nenhuma injustiça exige amargura.
Escolho a Paz.
Vou deixar despercebidas as inconveniências das pessoas. Procurarei não promover
a discórdia e nem uma atitude de censura. Estarei atento a qualquer sinal da falta
de paz. Praticarei a paz e assim terei paz e a reterei a mim.
Escolho a Alegria.
Porque a alegria é inspiradora da esperança e da coragem, a alegria é remédio. Terei
alegria no meu viver diário. Vou convidar meu Deus para ser Senhor em todas as circunstâncias,
e assim não perderei a alegria me preocupando por coisa alguma.
Escolho a Longanimidade (paciência)
Porque é a longanimidade que me permitirá subjugar a ira e o senso de contenda,
não me deixando arrebatar por explosões de ira e de furor, tendo assim um ambiente
mais agradável, mais sereno, para viver.
Escolho a Benignidade.
Porque a benignidade de espírito refrigera os outros, traz suavidade nos relacionamentos.
Deixa-me benigno, amável, cheio de ternura, não importando se me chamarem de “mole”
ou “fraco”, porque a benignidade é um traço divino.
Escolho a Bondade.
Porque a bondade me faz continuar sendo bom, mesmo quando ao meu redor a maldade
está me desafiando. Isso tem um grande valor. A bondade me faz ser autêntico, sadio,
veraz, reto, casto, prudente, correto e honrável. Ela nasce do Espírito de Deus.
Escolho a Fé
Porque a fé opera no reino do impossível. Dessa forma não terei atitudes impensadas
e precipitadas, mas aguardarei em fé a orientação do Senhor. Serei direcionado através
da fé na maneira de viver e de pensar.
Escolho a Mansidão
Pois a mansidão é parente próxima do amor. Ser manso é ter poder, coragem, dignidade
de caráter, é ser forte e ao mesmo tempo humilde. A mansidão é altruísta.
Escolho o Domínio Próprio
Pois sei que se essa característica do fruto de Espírito estiver fazendo parte do
meu ser, serei vitorioso em meus relacionamentos, e obterei o desejado por mim,
sendo uma pessoa calma, levando bom juízo a uma crise.
Amor, paz, alegria, longanimidade, benignidade, fé, mansidão, domínio próprio. Com
tudo isso comprometo meu dia. Se tiver sucesso, darei graças. Se fracassar, buscarei
a sua graça. E então, quando este dia tiver terminado, colocarei a minha cabeça
no travesseiro e descansarei. ( Max Lucado)
Fazendo estas últimas considerações, terminamos o estudo sobre “ Fruto do Espírito
no relacionamento familiar”. Que o Espírito Santo o capacite, querido leitor, a
viver o tipo de vida descrito acima, e que você faça diariamente a escolha acertada
decidindo viver dirigido por Ele.
Aguarde-nos voltaremos em breve com mais uma série de estudos. Seja abençoado(a)
Raquel Andrade de Almeida
Coordenadora do curso Casados e Felizes
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